Com a marca de 2:03:02, o queniano Geoffrey Mutai venceu a 115ª edição da Maratona de Boston nesta segunda-feira no menor tempo da história. O africano baixou em quase um minuto o recorde mundial do etíope Haile Gebrselassie, de 2:03:59, conquistado em Berlim, em 2008. O resultado do queniano, no entanto, não pode ser homologado pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF), já que a tradicional prova norte-americana não se enquadra em alguns critérios da entidade.
- Para ser considerado recorde, tem que estar dentro de algumas normas da IAAF. A distância entre a largada e a chegada, por exemplo, tem que ter no máximo 21 quilômetros em linha reta. Em Boston isso não acontece. Além disso, a altimetria não pode oscilar mais de 20 metros, algo que não acontece em Boston - disse o comentarista de atletismo Lauter Nogueira.
Na disputa entre as mulheres, a queniana Caroline Kilel levou a melhor na reta final sobre a anfitriã Desiree Davila, que não conseguiu interromper o jejum sem vitórias de atletas americanas na prova feminina desde 1985. A chegada da prova feminina foi emocionante. Faltando três quilômetros para o final, as quenianas Caroline Kilel e Sharon Cherop e a americana Desiree Davila se alternavam na liderança. Só que, nos metros finais, com apenas Kilel e Davila no páreo, a africana conseguiu dar um gás extra para cruzar a linha de chegada com o tempo de 2:22:36, dois segundos à frente da anfitriã. Cherop completou o pódio, na terceira colocação, com 2:22:42.
Abaixo os tempos da prova:
Masculino
1 Mutai, Geoffrey 2:03:02 KEN
2 Mosop, Moses 2:03:06 KEN
3 Gebremariam, Gebregziabher 2:04:53 ETH
4 Hall, Ryan 2:04:58 USA
5 Cherkos, Abreham 2:06:13 ETH
6 Cheruiyot, Robert Kiprono 2:06:43 KEN
7 Sanga, Philip Kimutai 2:07:10 KEN
8 Chimsa, Deressa 2:07:39 ETH
9 Daba, Bekana 2:08:03 ETH
10 Kipchumba, Robert 2:08:44 KEN
Feminino
1 Kilel, Caroline 2:22:36 KEN
2 Davila, Desiree 2:22:38 MI USA
3 Cherop, Sharon 2:22:42 KEN
4 Rotich, Caroline 2:24:26 KEN
5 Goucher, Kara 2:24:52 USA
6 Tune, Dire 2:25:08 ETH
7 Kidane, Werknesh 2:26:15 ETH
8 Caballero, Yolanda B. 2:26:17 COL
9 Timbilili, Alice 2:26:34 KEN
10 Ruban, Yuliya 2:27:00 UKR
Conheça os vencedores da Maratona de Boston
segunda-feira, 2 de maio de 2011
17/04/2011 - Queniano vence Maratona de Londres. Marílson fica em quarto
O queniano Emmanuel Mutai venceu neste domingo a Maratona de Londres, com o tempo de 02:04:40, à frente de seus compatriotas Martin Lel e Patrick Makau, que brigaram pela segunda colocação até o último metro da prova, com vantagem para Lel. O tempo de Mutai é o melhor tempo para a Maratona de Londres.
O brasileiro Marílson Gomes dos Santos ficou com a quarta colocação, com o tempo de 02:06:34, superando até mesmo sua própria expectativa de completar a prova em menos de 2h08min. Ele foi o único corredor não africano no pódio, que contou ainda com o etíope Tsegaye Kebede, campeão em 2001.
A prova feminina da Maratona de Londres também foi dominada por uma queniana. Mary Keitany não deu chances às suas adversárias e completou os 42 quilômetros de prova em 02:19:19. A segunda posição ficou com a russa Lillya Shobukhova, que marcou 02:20:15.
Abaixo os tempos da prova:
Masculino
1. Emmanuel Mutai, KEN 2:04:40
2. Martin Lel, KEN 2:05:45
3. Patrick Makau, KEN 2:05:45
4. Marlison Gomes Dos Santos, BRA 2:06:34
5. Tsegaye Kebede, ETH 2:07:48
6. Jaouad Gharib, MAR 2:08:26
7. Abderrahime Bouramdane, MAR 2:08:42
8. Dmitry Safronov, RUS 2:09:35
9. Serod Bat-Ochir, MGL 2:11:35
10. Mike Shelley, AUS 2:11:38
Feminino
1 Mary Keitany, KEN 2:19:19
2 Liliya Shobukhova, RUS 2:20:15
3 Edna Kiplagat, KEN 2:20:46
4 Bezunesh Bekele, ETH 2:23:42
5 Atsede Baysa, ETH 2:23:50
6 Yukiko Akaba, JPN) 2:24:09
7 Irina Mikitenko, GER 2:24:24
8 Jessica Augusto, POR 2:24:33
9 Aberu Kebede, ETH 2:24:34
10 Mariya Konovalova, RUS 2:25:18
Conheça os vencedores da Maratona de Londres
O brasileiro Marílson Gomes dos Santos ficou com a quarta colocação, com o tempo de 02:06:34, superando até mesmo sua própria expectativa de completar a prova em menos de 2h08min. Ele foi o único corredor não africano no pódio, que contou ainda com o etíope Tsegaye Kebede, campeão em 2001.
A prova feminina da Maratona de Londres também foi dominada por uma queniana. Mary Keitany não deu chances às suas adversárias e completou os 42 quilômetros de prova em 02:19:19. A segunda posição ficou com a russa Lillya Shobukhova, que marcou 02:20:15.
Abaixo os tempos da prova:
Masculino
1. Emmanuel Mutai, KEN 2:04:40
2. Martin Lel, KEN 2:05:45
3. Patrick Makau, KEN 2:05:45
4. Marlison Gomes Dos Santos, BRA 2:06:34
5. Tsegaye Kebede, ETH 2:07:48
6. Jaouad Gharib, MAR 2:08:26
7. Abderrahime Bouramdane, MAR 2:08:42
8. Dmitry Safronov, RUS 2:09:35
9. Serod Bat-Ochir, MGL 2:11:35
10. Mike Shelley, AUS 2:11:38
Feminino
1 Mary Keitany, KEN 2:19:19
2 Liliya Shobukhova, RUS 2:20:15
3 Edna Kiplagat, KEN 2:20:46
4 Bezunesh Bekele, ETH 2:23:42
5 Atsede Baysa, ETH 2:23:50
6 Yukiko Akaba, JPN) 2:24:09
7 Irina Mikitenko, GER 2:24:24
8 Jessica Augusto, POR 2:24:33
9 Aberu Kebede, ETH 2:24:34
10 Mariya Konovalova, RUS 2:25:18
Conheça os vencedores da Maratona de Londres
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Fórmula 1: Vettel vence, vê Alonso ficar em sétimo, e é campeão Mundial
Deu tudo certo para o alemão Sebastian Vettel. O piloto da Red Bull, que chegou à última etapa do Mundial de F-1 na terceira colocação, largou na pole position do Grande Prêmio de Abu Dhabi, neste domingo, venceu a prova e conquistou o título da temporada, com apenas quatro pontos de vantagem sobre o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari. Os ingleses Lewis Hamilton e Jenson Button, ambos da McLaren, completaram o pódio da corrida.
Vettel, de apenas 23 anos, superou ao longo da temporada a briga com o australiano Mark Webber dentro da equipe Red Bull. O piloto da Oceania reclamou constantemente que o alemão, considerado herdeiro de Schumacher na Fórmula 1, era favorecido pela escuderia na briga pelo título do Mundial. Logo após vencer o Grande Prêmio da Inglaterra, o australiano aumentou a rivalidade interna: "Nada mau para o segundo piloto"
Com a vitória em Abu Dhabi, Vettel, que tem 23 anos e 134 dias de idade, tornou-se o mais jovem piloto a conquistar a temporada da F-1.
Com a vitória em Abu Dhabi, Vettel, que tem 23 anos e 134 dias de idade, tornou-se o mais jovem piloto a conquistar a temporada da F-1.
Alonso, favorito à conquista do título, não teve tanta sorte quanto Vettel na prova deste domingo. Largando da terceira colocação, perdeu uma posição antes da primeira curva e complicou-se na corrida após o pit stop, quando não conseguiu ultrapassar o russo Vitaly Petrov, da Renault, e ficou apenas em sétimo.
Já Webber, que também chegou a Abu Dhabi com boas chances de conquistar o Mundial de pilotos, pagou o preço pelo mau desempenho no treino classificatório. O piloto da Red Bull terminou a prova em oitavo e ficou com a terceira colocação da temporada.
Os brasileiros fizeram prova discreta nos Emirados Árabes Unidos. Felipe Massa, da Ferrari, ficou em décimo, duas posições à frente de Rubens Barrichello. Lucas di Grassi foi o 18º, enquanto Bruno Senna encerrou sua temporada de estreia na Fórmula 1 na 19ª colocação.
Confira o resultado do GP de Abu Dhabi:
1º Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)
2º Lewis Hamilton (ING/McLaren)
3º Jenson Button (ING/McLaren)
4º Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
5º Robert Kubica (POL/Renault)
6º Vitaly Petrov (RUS/Renault)
7º Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
8º Mark Webber (AUS/Red Bull)
9º Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso)
10º Felipe Massa (BRA/Ferrari)
11º Nick Heidfeld (ALE/Sauber)
12º Rubens Barrichello (BRA/Williams)
13º Adrian Sutil (ALE/Force India)
14º Kamui Kobayashi (JAP/Sauber)
15º Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso)
16º Nico Hulkenberg (ALE/Williams)
17º Heikki Kovalainen (FIN/Lotus)
18º Lucas di Grassi (BRA/Virgin)
19º Bruno Senna (BRA/Hispania)
20º Christian Klien (AUT/Hispania)
21º Jarno Trulli (ITA/Lotus)
22º Timo Glock (ALE/Virgin)
23º Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
24º Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India)
1º Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)
2º Lewis Hamilton (ING/McLaren)
3º Jenson Button (ING/McLaren)
4º Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
5º Robert Kubica (POL/Renault)
6º Vitaly Petrov (RUS/Renault)
7º Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
8º Mark Webber (AUS/Red Bull)
9º Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso)
10º Felipe Massa (BRA/Ferrari)
11º Nick Heidfeld (ALE/Sauber)
12º Rubens Barrichello (BRA/Williams)
13º Adrian Sutil (ALE/Force India)
14º Kamui Kobayashi (JAP/Sauber)
15º Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso)
16º Nico Hulkenberg (ALE/Williams)
17º Heikki Kovalainen (FIN/Lotus)
18º Lucas di Grassi (BRA/Virgin)
19º Bruno Senna (BRA/Hispania)
20º Christian Klien (AUT/Hispania)
21º Jarno Trulli (ITA/Lotus)
22º Timo Glock (ALE/Virgin)
23º Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
24º Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India)
Confira o grid de largada para o GP de Abu Dhabi:
1º Sebastian Vettel (ALE/Red Bull): 1min39s394
2º Lewis Hamilton (ING/McLaren): 1min39s425
3º Fernando Alonso (ESP/Ferrari): 1min39s792
4º Jenson Button (ING/McLaren): 1min39s823
5º Mark Webber (AUS/Red Bull): 1min39s925
6º Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min40s202
7º Rubens Barrichello (BRA/Williams): 1min40s203
8º Michael Schumacher (ALE/Mercedes): 1min40s516
9º Nico Rosberg (ALE/Mercedes): 1min40s589
10º Vitaly Petrov (RUS/Renault): 1min40s901
11º Robert Kubica (POL/Renault): 1min40s780
12º Kamui Kobayashi (JAP/Sauber): 1min40s783
13º Adrian Sutil (ALE/Force India): 1min40s914
14º Nick Heidfeld (ALE/Sauber): 1min41s113
15º Nico Hulkenberg (ALE/Williams): 1min41s418
16º Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India): 1min41s642
17º Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso): 1min41s738
18º Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso): 1min41s824
19º Jarno Trulli (ITA/Lotus): 1min43s516
20º Heikki Kovalainen (FIN/Lotus): 1min43s712
21º Timo Glock (ALE/Virgin): 1min44s095
22º Lucas di Grassi (BRA/Virgin): 1min44s510
23º Bruno Senna (BRA/Hispania): 1min45s085
24º Christian Klien (AUT/Hispania): 1min45s296
2º Lewis Hamilton (ING/McLaren): 1min39s425
3º Fernando Alonso (ESP/Ferrari): 1min39s792
4º Jenson Button (ING/McLaren): 1min39s823
5º Mark Webber (AUS/Red Bull): 1min39s925
6º Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min40s202
7º Rubens Barrichello (BRA/Williams): 1min40s203
8º Michael Schumacher (ALE/Mercedes): 1min40s516
9º Nico Rosberg (ALE/Mercedes): 1min40s589
10º Vitaly Petrov (RUS/Renault): 1min40s901
11º Robert Kubica (POL/Renault): 1min40s780
12º Kamui Kobayashi (JAP/Sauber): 1min40s783
13º Adrian Sutil (ALE/Force India): 1min40s914
14º Nick Heidfeld (ALE/Sauber): 1min41s113
15º Nico Hulkenberg (ALE/Williams): 1min41s418
16º Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India): 1min41s642
17º Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso): 1min41s738
18º Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso): 1min41s824
19º Jarno Trulli (ITA/Lotus): 1min43s516
20º Heikki Kovalainen (FIN/Lotus): 1min43s712
21º Timo Glock (ALE/Virgin): 1min44s095
22º Lucas di Grassi (BRA/Virgin): 1min44s510
23º Bruno Senna (BRA/Hispania): 1min45s085
24º Christian Klien (AUT/Hispania): 1min45s296
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Surf: Kelly Slater: dez momentos épicos na carreira do decacampeão mundial
Confira algumas das melhores vitórias e piores derrotas do americano
Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro
Único decacampeão do surfe, o americano Kelly Slater guarda muitas boas e poucas más lembranças em 20 anos no Circuito Mundial. Confira dez delas, entre vitórias e derrotas:
Pipeline -1992 - a primeira vitória no Havaí
A vitória em Pipeline-2002 é uma das preferidas de Kelly Slater. Ele chegou ao Havaí com sua primeira taça do Circuito Mundial na bagagem - tinha sido campeão antecipado no Brasil, nas oitavas de final. Onda dos sonhos, Pipe fechou com estilo a temporada de estreia do surfista na elite. E isso depois de ter se classificado com apenas a penúltima das 45 vagas. Na final, derrotou dois havaianos - Sunny Garcia e Liam MacNamara - e o australiano Barton Lynch.
Pipeline-1995 - vitória e ‘hang five’ contra o amigo Machado nas semifinais
Reprodução da revista Classic Surfing / Wilnott
Slater diz que foi em Pipe-1995 que ele aprendeu o que realmente era lutar por um título mundial. Três surfistas chegaram ao Havaí com chances de serem campeões: Sunny Garcia, em casa, liderava; Rob Machado era o segundo, e Slater, o terceiro. Machado só precisava derrotar Slater nas semifinais. Após uma onda, o cabeludo ganhou um “hang five” do amigo. A batida de mãos acabou sendo a senha para a vitória. Kelly virou com 29,70 pontos - em 30 possíveis. Machado, com 27,30, teria vencido qualquer outra bateria naquele ano. Na decisão, Slater garantiu o terceiro título mundial ao bater Mark Occhilupo.
Pipeline-2003 - derrota na final para Irons
O duelo mais famoso entre Kelly Slater e Andy Irons. As ondas havaianas decidiriam, na última bateria, o título da temporada. Há quem diga que Andy, campeão do mundo em 2002, vomitou e teve câimbras na véspera. Kelly conta que, antes de entrar na água, fez um pedido de “paz” ao adversário, dizendo que o resultado não importava. Não foi bem como ele queria. Slater saiu de cabeça baixa; Irons, carregado pelos amigos. Era o bicampeonato do havaiano.
Teahupoo-2005 - duas notas 10 na decisão e tubo com lata de cerveja na boca
Duas notas dez em uma final, feito inédito e único na história do Circuito Mundial. Foi em Teahupoo, no Taiti, em 2005, contra o amigo americano Damien Hogbood, que acabou se machucando na bateria – deslocou o ombro. Slater chegou à perfeição e comemorou com mais um tubo, dessa vez bebendo cerveja.
J-Bay-2005 - vitória de virada na final contra Andy Irons
Rumo ao heptacampeonato, Kelly Slater derrotou Andy Irons com uma onda nos últimos minutos em Jeffreys Bay. O havaiano, que liderava a bateria, já tinha saído da água, pouco antes de o cronômetro zerar. Assistiu, da areia, à virada. Frustrado, caminhou da beira da praia ao palanque. Exibia o mais gelado dos olhares e só conseguiu disfarçá-lo no alto do pódio, quando deu champanhe a Slater. Na penúltima etapa da temporada, Slater faturou o hepta mundial por antecipação, no Brasil
Pipeline 2006 - derrota na final para Andy Irons
O octa mundial veio por antecipação, em Mundaka, em 2006. O americano, então, desistiu da etapa brasileira e partiu direto para o Havaí. Tudo parecia perfeito. Slater chegou à final, onde enfrentaria não só Irons, mas também os amigos americanos Cory Lopez e Rob Machado. Kelly saiu na frente, mas, a dez minutos do fim, Andy começou a reação e virou com 9,87 e uma nota 10 com um belo tubo em Backdoor. O americano ficou em combinação - precisando de duas ondas para virar a bateria.
Trestles-2008 - virada nos minutos finais, contra o Taj Burrow
Em 2007, Slater viu o título mundial de Mick Fanning. Em 2008, entrou de cabeça na briga. Começou bem a temporada e, em setembro, mostrou que o nono título era questão de tempo. Depois de estar em combinação - situação mais adversa para um surfista -, Slater virou a bateria contra o australiano Taj Burrow com nota 9,27 a 1m07 do fim. Não apenas garantiu o tri da etapa - somando, na época, 39 triunfos na carreira -, como deu um grande passo para a conquista o nono caneco do Mundial.
França-2008 - derrota para zebra, e eneacampeonato adiado
Só a vitória na França interessava a Slater, que já tinha vencido cinco vezes em sete etapas naquela temporada. Viu, porém, o eneacampeonato se afastar, pelas mãos de Adrian Buchan. O australiano venceu na final e conquistou uma etapa pela primeira vez na carreira. O aussie, com 8,17 e 7,57, deixou o americano precisando de 9,07. Slater diminuiu a diferença com um 8,43 e buscava 7,31. Chegou a tirar 6,73 a três minutos do fim da bateria. A decisão do título foi adiada para Mundaka. No País Basco, ergueu o caneco.
Pipeline-2008 - hexa da etapa após 8 anos de frustrações no Havaí
Slater foi à decisão contra o também americano Chris Ward e quebrou um jejum de oito anos sem títulos em Pipeline, a etapa mais famosa do Circuito Mundial (WCT). Foi seu 40º triunfo na carreira. Naquele dia, as cristalinas ondas havaianas tinham cor marrom, efeito de algas.
Slater foi à decisão contra o também americano Chris Ward e quebrou um jejum de oito anos sem títulos em Pipeline, a etapa mais famosa do Circuito Mundial (WCT). Foi seu 40º triunfo na carreira. Naquele dia, as cristalinas ondas havaianas tinham cor marrom, efeito de algas.
Porto Rico 2010 - nota 10 e decacampeonato
O decacampeonato mundial estava perto, e foi assegurado com uma vitória de gala sobre Adriano de Souza, o Mineirinho, nas quartas de final em Porto Rico. Mas Slater queria mais. Ele queria fechar o dez com um dez. Ele veio em uma onda perfeita na final, contra o australiano Bede Durbidge. Taça da etapa, 45ª vitória na carreira.
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